BENTO GONÇALVES
Projeto: AMOR PELA VIDA
Sub-projeto: Prevenção Contra o Uso de Drogas
O sub-projeto de Prevenção Contra o Uso de Drogas é um dos que constitui o Projeto Amor pela Vida que tem como princípio a inclusão no currículo escolar de temas que permitam aos alunos da rede pública municipal um desenvolvimento cognitivo mais humanizado, consciente e crítico. O que se pretende, em última instância, é que a escola reavalie seu papel e perceba que, somente através do exercício de uma prática educativa dialética e dialógica, poderá garantir aos seus alunos o exercício pleno da cidadania, como agentes ativos do processo de transformação social. Também fazem parte deste projeto, os subprojetos que versam sobre Educação Ambiental, a Educação para o Trânsito e a Orientação Sexual. Todos estes temas têm como referencial legal: os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), os PRCs, o novo Código Nacional de Trânsito, os princípios para a prevenção do uso de drogas do Conselho Estadual de Entorpecentes.
Objetivos Específicos do sub-projeto de Prevenção Contra o Uso de Drogas:
Desenvolver consciência crítica e tomar decisões a respeito de seus relacionamentos e experiências de vida; procurar orientação e ajuda para evitar a experimentação e o consumo de drogas; procurar orientação e ajuda para abandonar o consumo de drogas caso já seja viciado; agir de modo solidário em relação aos viciados em drogas (tabagistas, alcoolistas, drogadictos) e sua família; reconhecer as características socioculturais atribuídas ao consumo de drogas, posicionando-se criticamente em relação a elas; conhecer seu corpo, valorizar e cuidar da sua saúde como condição necessária para uma vida feliz e para o estabelecimento de vínculos afetivos maduros e equilibrados sem o uso de drogas.
Este projeto é inovador pelos seus atributos, os quais são:
a) Grau de mudança: a proposta do subprojeto de Prevenção Contra o Uso de Drogas inova o
serviço em dois aspectos muito significantes: pelo oferecimento de um conteúdo
curricular diferenciado, formado por temas não convencionais que visam o desenvolvimento
dos aspectos psicoafetivos (inteligência emocional) e não somente racionais relacionados
ao processo ensino-aprendizado; pelo oferecimento de uma proposta pedagógica, diferente
da tradicional, referenciada por práticas dialógicas e dialéticas que de fato propiciem
aos alunos um espaço de reflexão crítica sobre os valores e atitudes relacionadas ao
uso indevido de drogas.
b) Grau de impacto na qualidade de vida: é senso comum o prejuízo à saúde causado por hábitos como alcoolismo e o tabagismo que, juntos, são responsáveis por danos quase sempre irreversíveis para as pessoas, bem como, pelos índices de mortalidade na sociedade. Neste sentido, o trabalho de Prevenção Contra o Uso de Drogas, ao interferir positivamente sobre a aquisição de hábitos e atitudes saudáveis para a pessoa - sem uso de drogas, tem suma importância na reversão deste quadro.
c) Grau de Transferibilidade: o uso de substâncias entorpecentes é uma característica comum em diferentes momentos históricos e realidades socioculturais, como é o caso do município de Bento Gonçalves, onde a economia está associada à produção e ao consumo de vinhos, bem como onde as raízes culturais italianas têm forte relacionamento com o consumo desta substância. O tabagismo, o uso de medicamentos e de entorpecentes ilícitos são, infelizmente, uma situação cada vez mais comum em diferentes regiões. Por motivo, o trabalho de prevenção contra o uso de drogas não só é transferível para outras regiões como é fundamental.
d) Grau de consolidação e diálogo com a sociedade civil: o trabalho de prevenção contra o uso de drogas envolve questões relacionadas eminentemente com a mudança de hábitos e de atitudes perniciosos à saúde das pessoas. Muitos destes hábitos fazem parte dos comportamentos desenvolvidos em casa pelos pais de alunos, ou até mesmo, pelos seus professores na escola (tabagismo e alcoolismo). Em conseqüência disso, é inevitável que o trabalho desenvolvido pela escola seja feito junto com a comunidade, uma vez que não é possível reduzir os fatores de risco ao uso de drogas se não houver o comprometimento da sociedade civil como um todo (meios de comunicação social, comunidade escolar, Poder Público, legislação). A questão aqui é a de que todos tenham consciência do seu papel como agentes de prevenção ao uso indevido de drogas, como por exemplo: não vender bebidas alcóolicas ou cigarros para menores de idade, não vender medicamentos nem incitar auto-medicação sem um diagnóstico correto e indicação médica precisa, comunicar às autoridades competentes o comércio ilegal de drogas dentro da comunidade.
e) Grau de responsabilidade na utilização de recursos (planejamento do projeto): o trabalho de prevenção contra o uso de drogas está sendo implementado pela Secretaria de Educação. Os professores supervisores das escolas estão sendo orientados pela equipe de supervisão escolar da SMED sobre como é possível trabalhar com o tema "drogas" de transversal. A partir disso, juntos aos seus corpos docentes, os supervisores planejam na escola como estes temas serão introduzidos no currículo, respeitando a disponibilidade e o desejo dos educadores em trabalhar com estes temas.
f) Nível de abrangência e envolvimento do público-alvo: o público-alvo são os alunos das escolas municipais e a comunidade escolar como um todo.
g) Grau de credibilidade pública alcançado: uma das dificuldades que a família encontra em relação à educação dos filhos é a de dialogar com eles. Obviamente isto deve ser considerado um fator de risco ao uso indevido de drogas. Em conseqüência disso, a escola deve lançar mão da sua capacidade pedagógica e desenvolver com os seus alunos e os próprios conseguem conseguem perceber a importância e os benefícios de evitarem o uso de drogas.
h) Viabilidade técnica e financeira do projeto: o projeto é perfeitamente exeqüível à medida que envolve recursos humanos e materiais que já fazem parte do contexto da Educação. Investiu-se e continua-se investindo em capacitação profissional (cursos) dos educadores que estão desenvolvendo o projeto, tanto dentro da SMED, como nas escolas, com os recursos destinados à Educação.
i) Grau de auto-sustentabilidade: a idéia do subprojeto de Prevenção Contra o Uso de Drogas é a de que os professores tenham condições de desenvolver autonomamente o trabalho dentro das escolas, sem ter que dependerem da ação dos técnicos da SMED.
Este subprojeto não tem como objetivo uma educação tecnicista, nem mecanicista que visa
a formação ou aperfeiçoamento de mão-de-obra para suprir o exército industrial de
reserva. Porém, considerando que, só no Brasil, hábitos como o alcoolismo atingem cerca
de 7,5 milhões de pessoas, sendo responsáveis pela ocupação de 32% dos leitos
hospitalares e por 75% dos acidentes automobilísticos fatais, e de que no mundo são
responsáveis por 25% dos acidentes de trabalho, deve-se levar em conta a sua extrema
importância sobre a melhoria dos níveis de produção e, conseqüentemente, econômicos,
à medida em que previne a adoção destes hábitos pelos alunos que, futuramente, serão
trabalhadores. Tal condição também tem efeitos benéficos em relação ao tabagismo, à
medida em que previne o seu uso cujos índices de mortalidade alcançaram, no Brasil,
cerca de 130 mil mortes, deixando inválidas para o trabalho cerca de 120 mil pessoas
anualmente por causa dos malefícios do tabaco.
Sub-projeto: Curso de Atualização em Orientação Sexual
Este curso é uma das estratégias do subprojeto de orientação sexual utilizadas para garantir aos professores municipais subsídios que lhes permitam trabalhar com seus alunos em sala de aula os diversos temas da sexualidade. Ele soma-se ao Projeto AMOR PELA VIDA.
O curso tem uma carga horária de 40 horas, incluindo a execução de um trabalho de conclusão de curso na qual os professores devem planejar e aplicar uma aula prática com seus alunos em sala de aula com os temas de sexualidade.
Os objetivos Específicos do Curso de Orientação Sexual são: implementar uma proposta de Orientação Sexual para os jovens escolares através da capacitação de profissionais de Educação do município; formar e capacitar recursos humanos envolvidos com o ensino formal e informal dos jovens para trabalhar as questões de Orientação Sexual; através da formação de recursos humanos em Orientação Sexual, contribuir para que os alunos possam desenvolver consciência crítica e tomar decisões responsáveis a respeito de sua sexualidade, identificar e expressar seus sentimento e desejos, respeitando os sentimentos e desejos do outro, reconhecer como determinações culturais as características socialmente atribuídas ao masculino e ao feminino, posicionando-se contra as discriminações a eles associados, conhecer seu corpo, valorizar e cuidar da sua saúde como condição necessária para usufruir o prazer sexual, respeitar a diversidade de valores, crenças e comportamentos existentes e relativos à sexualidade, desde que seja garantida a dignidade do ser humano, compreender a busca de prazer como uma dimensão saudável da sexualidade humana.
Aspectos relevantes:
a) Grau de mudança: a proposta do curso de Orientação Sexual inova em dois aspectos mais significantes: pelo oferecimento de um conteúdo curricular diferenciado, formado por temas não convencionais que visam o desenvolvimento dos aspectos psicoafetivos (inteligência emocional) e não somente racionais relacionados ao processo ensino aprendizado; pelo oferecimento de uma proposta pedagógica ao professores diferente da tradicional, proporcionando aos alunos um espaço de reflexão crítica sobre os valores e atitudes relacionados às questões da sexualidade.
b) Grau de impacto na qualidade de vida: ao terem oportunidade de um melhor conhecimento sobre o funcionamento do seu corpo, dos seus direitos reprodutivos (conhecimento e acesso aos meios contraceptivos), e das doenças transmitidas sexualmente, bem como, o desenvolvimento de uma alta estima-melhor, estes jovens ficam menos expostos ao risco de problemas sociais graves como a incidência de AIDS, comum nas populações jovens, incidência de gravidez na adolescência , abuso e violência sexual na infância e na juventude, discriminação sexual (preconceito contra mulheres e homossexuais).
c) Grau de transferibilidade: a sexualidade, em especial as relações sexuais, fazem parte do desenvolvimento humano normal em qualquer sociedade. Por esse motivo, o trabalho de Orientação Sexual é perfeitamente transferível para qualquer realidade, respeitando-se as características socioculturais de cada comunidade.
d) Grau de consolidação e diálogo com a sociedade civil: o trabalho de Orientação Sexual visa uma nova visão dos valores e atitudes relacionados à sexualidade trazidos pelos alunos. Por se tratarem de mudanças em modelos e comportamentos repletos de mitos, tabus e ansiedades, atingem a sociedade de modo geral e a família de modo particular. Como a maioria do adultos e dos pais não se sente preparado para conversar com seus filhos sobre sexo, a escola se vê obrigada a lançar mão de seus recursos pedagógicos a fim de fazer isso. Porém, como o assunto sexualidade gera muita polêmica e angústia, a escola, a fim de evitar desentendimentos, bem como, respeitar o posicionamento da família sobre o tema, necessariamente acaba por ter de abrir canais de comunicação com a comunidade escolar (reunião de pais) a fim de que sejam esclarecidas as metas do trabalho de Orientação Sexual e de que ela participe da construção desse trabalho que será desenvolvido pela escola.
e) Grau de responsabilidade na utilização de recursos (planejamento do projeto): o Curso de Orientação Sexual é desenvolvido pela Secretaria de Educação pela equipe do setor de supervisão escolar, com o apoio dos profissionais da área da saúde (psicólogo, enfermeiro, médico, gerontologo). Os professores das escolas municipais são orientados por esta equipe de profissionais sobre como é possível trabalhar com estes temas de sexualidade de maneira transversal, dialética e dialógica. A partir disso, estes professores, juntamente com a direção, supervisão e comunidade escolar, planejam na escola como estes temas serão introduzidos no currículo.
f) Nível de abrangência e envolvimento do público-alvo: o público alvo são, em primeira instância, os professores municipais, em segunda instância, os alunos das escolas municipais para os quais será dirigido efetivamente o trabalho de Orientação Sexual.
g) Grau de credibilidade pública alcançado: os pais dos alunos e a comunidade escolar como um todo, ao perceberem que os filhos iniciam o processo de questionamento sobre os valores e atitudes sexuais, entendem que é imprescindível a execução de ações pedagógicas na área da sexualidade. À medida em que o aluno têm suas ansiedades em relação ao sexo trabalhadas de forma adequada, fica evidente o efeito sobre a melhora no seu nível de participação nas demais atividades escolares e na sua conduta em casa e na comunidade. Essa sensível mudança no comportamento dos alunos acaba por estimular a participação de outros professores e demais pessoas da comunidade nesse trabalho.
h) Viabilidade técnica e financeira do projeto: o projeto é perfeitamente executável à medida em que envolve recursos humanos e materiais que já fazem parte do contexto da educação. Investiu-se, e continua investindo-se, em capacitação profissional ( cursos) dos educadores que estão desenvolvendo o projeto tanto dentro da SMSD, como nas escolas, com recursos destinados à educação.
i) Grau de
auto-sustentabilidade: a idéia do projeto é a de que os professores tenham
condições de desenvolver autonomamente o trabalho de Orientação Sexual dentro das
escolas, sem ter que dependerem, indefinidamente, da ação dos técnicos da SMED.
Considerando que é função da escola o questionamento crítico dos valores
sociais, inclusive os referentes aos comportamentos sexuais, há grande benefício
social, a médio prazo, à medida em que os alunos, como conseqüência da ação
pedagógica da escola, adquirem comportamentos sexuais mais conscientes, que os
afastem dos riscos que afetam as suas saúdes. Isso se traduz em pessoas
saudáveis e em melhores condições de ingressar no mercado de trabalho.
Responsável pelas informações: José Antônio Rodrigues da Rosa
Setor de trabalho: Supervisão
Sub-Projeto: Educação e Segurança no Trânsito
Este subprojeto faz parte do Projeto AMOR PELA VIDA e pretende incluir no currículo das
Escolas da Rede Pública Municipal uma prática educativa que visa desenvolver nos seus
alunos o exercício da cidadania, visando uma sociedade mais humanitária. Os objetivos
específicos do subprojeto de Educação e Segurança no Trânsito: Promover nos alunos o
desenvolvimento de uma consciência de prevenção através de atividades
interdisciplinares voltadas para a educação e segurança no trânsito e que traz
inúmeras inovações; a imprudência e a falta de consciência, tanto dos condutores de
veículos quanto dos pedestres, que, juntos, constituem os fatores de maior determinância
nos acidentes de trânsito; a importância e a necessidade de humanizar o espaço de
trânsito de automóveis e pedestres, repensando-o como um espaço da cidadania.
Cabe à escola oportunizar aos seus alunos situações que propiciem o debate destas
questões, desencadeando, assim, um processo de conscientização transformadora sobre a
segurança no trânsito que, inevitavelmente, terá repercussão sobre toda a comunidade.
A escola, através do projeto, tem proporcionado a formação de atitudes seguras no
dia-a-dia, desenvolvendo um comportamento solidário dentro do ambiente escolar e
transferido para a comunidade.
São exemplos de atividades desenvolvidas nas escolas segundo os objetivos do projeto:
- montagem de circuitos
- observação do trânsito fotografando as
infrações para posterior análise
- montagem de informativo para pedestres e
motoristas
- confecção de maquetes e painéis
- palestras
- filmes educativos
- teatro
- elaboração de relatórios a partir de
dados observados e/ou coletados
Responsável pelas informações: Vera Regina Nilson Salvadori
Setor de trabalho: Supervisão
Sub-Projeto: Educação Ambiental
Este subprojeto, também incluído no Projeto Amor pela Vida, pretende incluir no Currículo das Escolas da Rede Pública Municipal uma prática educativa que visa desenvolver nos seus alunos o exercício da cidadania e da consciência de que podem ser agentes de transformação, visando uma sociedade mais humana, consciente e crítica.
Os objetivos específicos do subprojeto de Educação Ambiental são:
A operacionalização do subprojeto parte do desencadeamento de debates nas escolas. A partir da discussão, são implementadas ações concretas, baseadas na realidade em que a escola está inserida.
Aspectos relevantes:
a) Grau de mudança: traz inovações à partir da proposta de que as ações concretas relacionadas a conservação do meio ambiente são baseadas na realidade em que a escola está inserida, realidade esta vivenciada pelo aluno. É uma proposta que visa a reflexão crítica em relação a problemática ambiental.
b) Grau de impacto na qualidade de vida: de acordo com os Projetos de Educação Ambiental elaborados e implementados nas Escolas Municipais desenvolveu-se nos alunos e conseqüentemente, nas suas respectivas famílias, atitudes mais conscientes em relação ao uso racional dos recursos do meio ( separação de lixo para utilização nas hortas caseiras, reconhecimento das ervas medicinais e suas aplicações, cuidado maior com o ambiente escolar e o próprio corpo, realização de feiras de ciências com temas relacionados ao meio ambiente, montagem de jornais informativos).
c) Grau de transferibilidade: o tema visa desenvolver uma consciência a nível planetário, sem perder a ótica local, regional e nacional em relação a problemática ambiental, sendo assim, transferível para qualquer realidade, tendo em vista um novo modo de atuação em relação ao meio ambiente.
d) Grau de
consolidação e diálogo com a sociedade civil: o
trabalho de Educação Ambiental nas escolas visa despertar a consciência de que a
qualidade de vida está ligada também as condições de higiene e
saneamento básico, a qualidade do ar, da água e do espaço. Esta qualidade
depende da atitude de cada um frente ao ambiente
Estas preocupações são levadas a comunidade, dessa
maneira a escola realiza uma troca de informações que não se limita a ela
mesma, atingindo inclusive as autoridades públicas no que se refere a cobrança de
providências.
e) Grau de
responsabilidade na utilização de recursos (planejamento do projeto): o projeto Amor pela Vida está sendo coordenado pela
Secretaria Municipal de Educação e Desporto com a colaboração das entidades:
EMATER, ABESPAN, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Secretaria da Agricultura, EMBRAPA.
Tendo claro o objetivo do projeto, os supervisores das Escolas Municipais,
receberam orientações e subsídios, visando a implementação do mesmo nas suas
respectivas escolas, considerando a realidade onde a mesma está inserida.
Salientamos que o projeto deve ser decidido e elaborado coletivamente, que
propicie atividades que não se limitem à transmissão de informações ou
regras de comportamento, devem sim, proporcionar aos alunos compreender, em todas as
situações, os diferentes interesses envolvidos em relação ao meio
ambiente.
O projeto deve engajar os estudantes em ações culturais de forma tal
que a Escola atinja seu objetivo principal: formar cidadãos.
f) Nível de abrangência e envolvimento do público-alvo: o público-alvo são os alunos e a comunidade escolar. Na medida em que o projeto vai sendo implementando nas escolas, o número de pessoas envolvidas é ampliado.
g) Grau de credibilidade pública alcançado: por ser um tema que diz respeito a todos os indivíduos, o trabalho de Educação Ambiental tem sido aceito pela comunidade escolar. No entanto, algumas ações propostas pelas escolas não se concretizam, em função de dependerem do comprometimento de outras entidades, sejam elas, governamentais ou particulares.
h) Viabilidade técnica e financeira do projeto: o projeto envolve basicamente recursos humanos disponíveis nas escolas e capacitação profissional proporcionada através de cursos, pela Secretaria Municipal de Educação e Desporto.
i) Grau de auto-sustemtabilidade: o propósito do projeto é a de que os professores tenham condições de desenvolver o trabalho de Educação Ambiental nas escolas formando cidadãos conscientes, que resultará numa atuação responsável sobre a realidade sócio-ambiental.
Os resultados surgem mais rapidamente quando o projeto é trabalhado nas séries iniciais, fase em que os conceitos e valores estão sendo estruturados, incorporando assim, o sentimento de ser parte integrante da natureza.